segunda-feira, 2 de maio de 2011

Deixar de ser boazinha é o primeiro passo para se tornar irresistível, diz autora



RIO - Quer conquistar o homem dos seus sonhos? Então deixe de ser boazinha, afirma a autora americana Sherry Argov. Autora do livro "Por que os homens se casam com as manipuladoras" e do recém-lançado "Por que os homens amam as mulheres poderosas?", ela acredita que as mulheres precisam ser mais assertivas quando o assunto é amor.


- Parece que a maioria das mulheres perde a confiança e a auto-estima quando se apaixona. O medo de desagradar é tanto que ela faz todas as vontades do novo parceiro. O problema é que nenhum homem quer namorar uma mosca morta. Eles querem mulheres com vontade própria e que têm coragem de dizer o que querem e o que não gostam - afirma Sherry. Em entrevista ao site do GLOBO, ela revela algumas dicas disponíveis no novo livro.


Por que a conclusão que os homens querem uma mulher poderosa?


Todo homem quer uma companheira, uma mulher com quem poderá dividir coisas boas e ruins. Para isso, ela precisa ter personalidade e opinião própria. A mulher que é boazinha, agradável ou complacente demais acaba se tornando muito chata. As boazinhas acabam sendo confundidas com empregadas, secretárias, babás... Homens gostam de um desafio. Quem é excessivamente agradável não impõe respeito, e os homens querem casar com alguém que respeitam. A mulher tem que aprender a se colocar em primeiro lugar.


Quais as vantagens de se colocar em primeiro lugar?


Quem ouve este conselho logo pensa, "nossa, que mulher egoísta". Nada disso. Quem se respeita, mostra ao outro que se ama e que não aceita desaforos sem dúvida passa a ser mais respeitada. O relacionamento acaba sendo mais satisfatório porque vira uma relação entre iguais. Além disso, os homens ficam intrigados com aquelas mulheres que têm coragem de dizer e fazer o que pensam e que não ficam medindo palavras o tempo todo.


Qual o seu conselho para as tímidas e as inseguras?


Mesmo quem é muito tímida ou tem pouca segurança perante os desafios pode mudar. O primeiro passo é não esquecer da sua essência. A timidez ou a insegurança são apenas uma faceta da sua personalidade. Depois, é necessário pensar nas suas prioridades. Você quer ser respeitada no amor? No trabalho? Então trate de superar este obstáculo.


Quais os maiores erros da mulher que reclama que faltam homens no mercado?


Acho que a maioria age como se um namoro ou um casamento fosse validar sua existência. Quem tem esta ânsia para casar geralmente precisa do relacionamento para se auto-afirmar. O pior é que não dá para esconder isto, os homens percebem este desejo na hora e saem correndo.


Por que as mulheres têm tanta dificuldade em ser assertivas?


Ainda somos muito julgadas quando mostramos que temos ambição e corremos atrás do nosso objetivo. Para um homem, isto não é mais do que a sua obrigação. Já a mulher ganha aqueles rótulos chatíssimos e passa a ser chamada de interesseira, difícil e por aí vai. Quem não quer ser rotulada acaba ficando quieta. O problema é que o silêncio pode fazer a mulher perder grandes oportunidades.


O silêncio pode fazer a mulher perder grandes oportunidades
Você sempre se considerou uma mulher poderosa?


Sempre fui independente e nunca sonhei muito em casamento. É claro que sofri por amor e tive muitas desilusões, mas não tanto quanto minhas amigas que só pensavam em casar e ter filhos. Aprendi cedo que se um homem não me quer, eu também não quero estar com ele. Também não vejo a rejeição como algo ruim. Vejo como um sinal de que há algo melhor para mim logo ali na frente.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Escova Francesa

A Escova Francesa oferece um suave alisamento, promovendo alinhamento e previne ressecamento da fibra capilar.


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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

RELAÇÕES AMOROSAS CONTURBADAS (MISÓGENO... vc sabe o q é isso?) EU SEI!!!!



Em seu livro “Homens que odeiam suas mulheres; mulheres que os amam”, cujo subtítulo é “quando amar é sofrer e você não sabe porquê”, Susan Forward e Joan Torres, escolhem usar, para descrever tal tipo de homem, a palavra misógino. Misógino é uma palavra grega utilizada como referência a quem odeia mulheres: miso (odiar) e gyne (mulher).


Ao primeiro contato com um misógino, em geral, ele é considerado um gentleman. Ele é o homem que conquista a mulher de uma forma deliciosamente amorosa e sedutora e passa a ser por ela descrito através de uma farta lista de superlativos. Ele é tão intensamente maravilhoso que fica impossível para a mulher atribuir a ele qualquer responsabilidade dos problemas da relação quando estes começam a acontecer.
O contrato relacional velado se define no início do relacionamento quando o homem vai, aos poucos, verificando até onde pode ir com o seu estilo controlador e manipulador. À medida que a mulher evita confrontá-lo tentando ser boa para preservar a relação, ela está estabelecendo um tópico contratual que configura o contexto para a atuação do misógino, ao tempo em que ela vai enfraquecendo. Como diz Susan Foward: “ela contrata amor e ele controle”.


Esse controle se evidencia nas armas abusivas em que as palavras se tornam, através das quais as críticas e ataques são feitos, até alcançar o controle da sexualidade e o controle financeiro. Mesmo que a mulher tente agradá-lo, tudo que ela faz está errado e ele a convence de que ela é culpada.


Quando as explosões repentinas do homem começam a acontecer, mais elas são sentidas como ameaças veladas pela mulher que fica perplexa e cada vez confusa com o que dá errado. Ela passa a “pisar em ovos”, medindo as palavras, para falar com ele. A forma sutil como ele a desqualifica impede que ela possa perceber que é isso que mina a sua auto estima. Ela se torna irreconhecível, principalmente se antes era uma mulher independente financeira e emocionalmente, uma vez que definha.


Os argumentos utilizados pelo homem parecem tão lógicos e tão cheios de interesse pelo bem da relação que, a mulher vai, cada vez mais afundando no seu pântano emocional. Tudo que ele quer é que ela demonstre seu amor por ele, sendo compreensiva e conhecendo-o tão bem que seja capaz de atender suas necessidades, sem nunca se aborrecer com ele. Com o tempo, a relação parece uma gangorra onde de um lado ele estoura e do outro se arrepende, pede desculpas e se torna o homem maravilhoso do início do relacionamento.


Apesar da descrição devastadora do misógino, ele não tem consciência do seu funcionamento e sequer se dá conta da dor do outro. A construção de tal dinâmica pessoal pode ser entendida a partir da sua história, na família de origem, quando vivenciou sofrimento psicológico o qual não poderia evitar.


O misógino é filho de uma relação conturbada onde aprendeu, observando seus pais, que a única maneira de controlar a mulher é oprimindo-a. Ao lado disso, ele pode ter sentido que a sua mãe não poderia existir sem ele, já que seu pai a maltratava; ou ainda, ele pode ter tido uma mãe que o oprimiu ou rejeitou, ao lado de um pai passivo.


Qualquer que tenha sido a sua história, o misógino está na fase adulta “atuando” a sua dor de “criança” ferida, buscando desesperadamente ser amado ainda que de uma forma equivocada.


No caso da mulher que escolhe formar uma relação com um misógino é possível que ela tenha sido infantilizada pela sua família de origem e busque no seu parceiro o apoio, suporte e amor que não recebeu do seu pai, ou talvez ela teve uma mãe que desqualificava o pai; ela pode também ter vindo de uma família tão caótica que desde cedo ela aprendeu que toda relação é problemática e que ela como mulher não tem chance.


Ainda que o misógino seja visto como algoz e a mulher como vitima, esta também contribui para que tal padrão relacional se implemente e perdure. A mulher instiga o misógino a atuar na medida que ela não estabelece limites claros, diferenciando-se dele e ocupando seu próprio espaço na vida e na relação.


O homem e a mulher nessa relação estão interagindo dentro de seus próprios papéis; da mesma forma que um círculo não tem começo nem fim, a relação se desenvolve sem que se possa indicar um culpado. Um “precisa” do outro para continuar com o padrão, mas para sair dele um dos dois precisa funcionar de uma forma nova.
Uma mulher que sofre numa relação como essa pode: (1) manter-se submissa para preservar seu homem, (2) separar-se, ou (3) construir uma nova relação com o mesmo homem.


Aquelas que escolhem a terceira opção terão que resgatar sua auto estima, assumir o seu lugar no mundo e na relação, estabelecer limites claros e ser firme ao se posicionar diante do seu parceiro. Ela provavelmente precisará de suporte terapêutico até que se tenha fortalecido. É possível que, à medida que ela conquiste seu objetivo, o seu misógino desista do lugar de algoz para ficar ao seu lado ou desista da relação. Se ela sente que o ama, precisará amar a si mesma também para ter coragem de correr o risco de “perdê-lo”.


De qualquer forma dificilmente um misógino busca terapia e, se assim o faz, tão logo se fortalece interrompe o seu processo. Parece que o sofrimento do seu mundo interno é tamanho que ele não suporta ter que contactá-lo através da análise da sua dinâmica e efeito do seu comportamento no outro; para tanto ele teria que admitir que é co-construtor das dificuldades da sua relação e que é, na verdade, um homem sedento de amor. Ele teria que admitir que é o único responsável pelo seu auto preenchimento,
Se você, ao terminar de ler esse material, acredita que pode estar se relacionando com um misógino, responda o questionário a seguir. Se suas dúvidas se confirmarem busque ajuda terapêutica, pois, sozinha fica pesado demais para você dar conta de tudo que precisará fazer para cuidar de si mesma.






TEXTO EXTRAÍDO DO SITE PORTAL MULHER


http://www.portalmulher.sdv.pt/news.asp?id=4






2a parte: TEXTO EXTRAIDO DO SITE www.palavrademulher.com.br






A brutalidade, a crueldade ao falar, não começa de uma hora para a outra em um relacionamento. Durante o período do namoro, alguns homens podem demonstrar certos sinais que poderão desenvolver uma possível brutalidade verbal futuramente. Mesmo não sendo físicas, este tipo de agressão também dói. Esses homens são denominados de misóginos, apresentam ódio às mulheres.


O misógino, além do sentimento de ódio que alimenta, não sente nenhum arrependimento após o descontrole agressivo com a companheira. Tudo o que ele quer é o controle da situação. Em muitos casos, após uma agressão verbal, o homem quer fazer sexo como se nada houvesse acontecido.


A pessoa não começa a ser misógino na vida adulta. Ela desenvolve esse tipo de agressão na adolescência. Quando chega a fase adulta consegue parceiras facilmente, pois é muito sedutor. O misógino demonstra amar demais, tornando esse amor a grande isca para a mulher. Da mesma forma que ele ama, desqualifica, deixando a companheira sem saber o que fazer. Algumas mulheres pecam por não saberem colocar limites na relação.


Raramente o misógino procura tratamento, pois a resistência é bastante presente. Quem procura resolver o comportamento desta pessoa é exatamente a parceira dele, que quando se consegue que ela mude, sai desta relação. Caso contrário, irá permanecer neste sofrimento durante muito tempo, pois o misógino não sente remorsos e não estará sofrendo com esta situação.


O misógino não ocorre de uma hora para a outra. É possível perceber que logo no início do relacionamento, o controle começa a se estabelecer. O parceiro começa a controlar o que ela pensa, diz, veste e faz. A mulher percebe que isto não é algo saudável e consegue resolver conversando com o parceiro ou procurando terapia para casais.


É importante que a mulher resolva a situação com o marido para que ele possa modificar dentro de si, pois isso é muito interno. O problema também pode abalar os filhos, que na maioria das vezes ficam do lado do pai. Ele consegue convencer os filhos que a mãe é a culpada. É ela que não aceita, que não escuta, que não colabora.


É muito difícil um relacionamento assim. Na verdade, todo relacionamento é difícil. Não podemos acreditar na velha história de que viveram felizes para sempre. Nós sempre tivemos dificuldades nos relacionamentos e podemos trabalhar todos eles. Mesmo o relacionamento com um misógino pode ser trabalhado. Ele pode ser tratado e a relação pode ser muito boa e prazerosa.


O importante é não deixar passar os primeiros sinais. Esses são os sinais que realmente você precisa colocar limites. Colocar limites não é mandar no parceiro. Colocar limites é dizer eu não aceito isso. É dizer que não admite esse tipo de tratamento. Você pode e tem direito de fazer isto.


Algumas mulheres, talvez acostumadas com a própria religião, aprenderam que não podem dizer não. Que elas não podem dizer para o parceiro o que realmente querem e que devem ser submissas sempre. Isso é um grande erro e esta na hora das mulheres abrirem os olhos.


Rafaela Couto - psicanalista e sexóloga
Porto Alegre, 24.05.2005.

domingo, 22 de agosto de 2010

Cientologia... O que é?


O que John Travolta, Tom Cruise, Michael Jackson, Juliette Lewis, Anne Archer e Lisa-Marie Presley têm em comum? Além da fama e do dinheiro, são adeptos da mesma religião: a Cientologia, cada vez mais famosa entre os artistas de Hollywood. De onde surgiu? O que ensina esse movimento? Por que as pessoas estão dispostas a gastar grandes somas em dinheiro para participar dos seus cursos? Será que os ensinos da Cientologia são compatíveis com a fé cristã? O presente artigo tenciona responder a essas e outras questões. 


Polêmica em torno de seu fundador 

Fundada em 1954, no Estado da Califórnia (EUA), o idealizador dessa seita é Lafayette Ron Hubbard (1911-1986), filho de um comandante da marinha norte-americana. Segundo publicações da Cientologia ele seria formado em engenharia civil, com especialização em física nuclear, pela Universidade George Washington. "No entanto, os registros da escola revelam que ele cursou apenas dois anos, sendo que o segundo em regime probatório, tendo sido reprovado em física. Afirma-se também que ele teria Ph.D conferido por uma tal Universidade Sequoia da Califórnia, embora não haja provas de que exista uma escola superior com esse nome na Califórnia, qualificada para conceder títulos de doutorado".1 

Hubbard se consagrou nas décadas de 30 e 40 como um prolixo escritor de ficção científica, chegando a escrever cerca de setenta e oito novelas desse gênero e outras obras. A biografia de Hubbard não é a das mais confiáveis, pois alguns de seus familiares resolveram romper com a Cientologia e emitiram depoimentos sobre Hubbard. Para seus seguidores, esses depoimentos não são aceitáveis, porque, segundo afirmam, faltam com a verdade. Entretanto, uma das palavras mais duras ditas sobre Hubbard veio de Ronald DeWolf, um de seus cinco filhos. DeWolf disse que seu pai era "um dos maiores trapaceiros do século".2 

Desde pequeno, Hubbard costumava viajar com seu pai aos países do Oriente, o que despertou o seu interesse por diversas culturas e crenças. Mais tarde, estudou engenharia e física nuclear. Em 1950, ele publica o livro "Dianética: a Ciência moderna e a saúde mental"3 , que se tornou uma autoridade da Cientologia. Em 1959, mudou-se para a Inglaterra e, devido à forte oposição às suas idéias, deixou-a em 1966, passando a viver a bordo de um navio de 300 pés chamado Apolo, cercado de discípulos. Em 1967, começou a dirigir a Sea organization ( "Organização do mar"), sua congregação religiosa dentro da "Igreja da Cientologia". No ano de 1975, Hubbard voltou aos Estados Unidos, onde passou a levar uma vida cada vez mais discreta e retirada do público, inclusive de seus familiares. Foi então que começaram a surgir rumores sobre a eventualidade de seu falecimento. Ronald DeWolf entrou com uma petição judicial, num tribunal do Estado da Califórnia, para ser nomeado procurador dos bens do pai, alegando que ele havia morrido. Todavia, o tribunal descobriu que Hubbard estava vivo, vindo a falecer dez anos depois, em 1986, deixando mais de seis milhões de adeptos no mundo inteiro. 



A doutrina da Cientologia

A palavra Cientologia, inventada por Hubbard, vem dos termos latinos scio, que significa conhecer, e logos, razão. Para os cientólogos, a Cientologia é uma religião cujo objetivo é "estudar o espírito, entender a relação de cada um consigo mesmo, com o universo e com outras formas de vida. É uma religião, uma sabedoria e uma ciência". Na verdade, trata-se de uma corrente de pensamento filosófico-religioso mesclada a técnicas psicoterápicas e doutrina budista.4 Segundo o próprio Hubbard, a religião criada por ele deve despertar no discípulo a consciência de que ele é imortal. É uma mistura de conceitos tirados do hinduísmo e das tradições cabalísticas. A Cientologia serve de base para uma série de técnicas como a psicanalítica (Dianética), e promete aos seus adeptos melhorar sua capacidade de comunicação e diminuir seus sofrimentos, ensinando-o a "lidar com as pessoas e seu meio".



Fundamentos básicos: 

O homem é basicamente bom, composto de três partes: corpo, mente e espírito. É um ser imortal. Sua experiência vai muito além de uma só vida. Sua salvação depende de si mesmo, de seus semelhantes e de sua relação com o universo.

O corpo é um componente indesejado do ser humano.

A mente humana é limitada e não permite ao indivíduo tomar consciência de que ele é destinado a sobreviver . A mente é o sistema de comunicação entre o Thetan e o mundo ambiente.

O espírito (na Cientologia, Thetan) é onisciente e imortal e, através da pista do tempo, percorre várias vidas. O espírito é tudo aquilo que você traz de bom e de ruim desta e de outras vidas. No início, todos os espíritos eram perfeitamente felizes num eterno presente, mas acharam que era uma situação aborrecedora e foi assim que, "para brincar", criaram o universo. Mas se tornaram vítimas do seu próprio "brinquedo", esquecendo-se de que o mesmo fora criado por eles.



A teoria na prática

Através de sessões da Cientologia (auditing - audição), a pessoa passa por sete graus de purificação para libertar-se dos engramas (cicatrizes). No final desse processo, o adepto sai do estágio pré-claro para o claro. Isso, porém, é apenas a primeira etapa da purificação. A segunda é chamada de Operating Thetan ("Espírito operativo", o qual passaremos, a partir de agora, usar apenas as iniciais EO, quando nos referirmos a ele) que, por sua vez, compreende oito degraus. Nesta segunda grande fase, o Thetan passa a entender que o mundo visível não é uma realidade plena, mas, sim, aparente, e ele (o espírito) já não depende do universo que o cerca: "Uma das mais notáveis qualidades de um Thetan Operacional é a imortalidade pessoal e consciente e a liberdade relativamente aos ciclos do nascimento e da morte".5 

Os cientólogos garantem que um EO pode praticar a exteriorização, ou seja, vaguear com o espírito "fora" do corpo. Nesse estágio, raramente adoece, é menos propenso a acidentes, tem memória total, QI superior a 135, imaginação criativa, vitalidade extraordinária, personalidade magnética, autocontrole, entre outras coisas. Entretanto, quando a morte vem, o Thetan vai para um lugar de descanso (Marte ou Pirinéus, segundo alguns), até que lhe seja atribuído um novo corpo. Um dos aspectos curiosos da Igreja da Cientologia é o fato de que seus membros, sem nenhuma objeção, podem pertencer a outras religiões ao mesmo tempo em que proclamam a reencarnação do espírito, doutrina que se choca com a de outras crenças. 

Os degraus finais desta fase (que vai do EO-1 a EO-5, além de outros EOs) são mantidos em segredo pela Cientologia. Os claros que chegam a esse estágio não podem levar os textos para fora das instalações da Igreja e muito menos têm o direito a cópias. Segundo uma reportagem do Washington Post, de 19/08/95, dados recolhidos num tribunal de Los Angeles mostram que os membros que participam dos cursos nas instalações especiais da Igreja têm de aceder com uma zona de acesso restrito, sendo escoltados por seguranças até uma sala fechada, onde podem consultar os textos, mas tudo isso vigiados por câmaras de vídeo. Apesar de todas essas medidas extraordinárias de segurança, críticos e antigos adeptos da Cientologia têm conseguido escapar ao cerco e distribuído os textos secretos da seita (o que leva a Igreja a tomar certas medidas).

Um dos cursos secretos que demonstram a pura fantasia dos ensinos da Cientologia é o EO-3, que cobre supostos acontecimentos de 75 milhões de anos atrás. Nesse período, teria ocorrido um problema de superpopulação na "Federação Galática" (composta por 76 planetas), e o seu oficial Xenu teria sido escolhido para resolver o problema. Aparentemente, Xenu decidiu "congelar" milhões de seres e trazê-los à terra, mais precisamente no Havai e Las Palmas, onde as explosões nucleares, provocadas por oito vulcões, restauraram somente os espíritos dos exterminados. Os seres humanos seriam compostos por esses espíritos (e por alguns maus espíritos, os Body Thetans), e Xenu, capturado e aprisionado pelo seu crime. Quem sabe seja por isso que a capa do livro "Dianética" tem a imagem de um vulcão. Ao que tudo indica, todas essas coisas não passam de uma versão simples de alguns dos conceitos da Cientologia. Seus adeptos contam com grandes e numerosos volumes de literatura para que possam expandir-se nessas "ficções científicas".


Veja um vídeo sobre isso:





A Cientologia e o cristianismo

Embora haja por parte dos cientólogos considerável esforço em conciliar os ensinos de Hubbbard com o cristianismo (como se vê em diversas de suas publicações, como, por exemplo, a brochura intitulada Cientologia e a Bíblia), a verdade é que existe um enorme disparate entre a Palavra de Deus e os ensinos de Hubbard. Vejamos alguns:



Deus

Devido ao seu caráter eclético, a Cientologia tem procurado, nos últimos anos, assim como a Maçonaria, designar Deus simplesmente como "Ser supremo", "Força de vida", a fim de facilitar a entrada de pessoas de qualquer segmento religioso. Adotam, ainda, a posição politeísta: "Existem deuses que estão acima de todos os outros deuses, e deuses além dos universos".6 Em toda a Bíblia encontramos uma afirmação inflexível a favor do monoteísmo e da singularidade do Senhor Deus (Is 43.10,11; 44.6,8; 45.5, 21,22). O apóstolo Paulo é muito claro e enfático ao afirmar que, no que diz respeito ao mundo, "há muitos deuses e muitos senhores, todavia, para nós há um só Deus, o Pai de quem são todas as cousas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo" (1Co 8.5,6).



O lugar de Cristo

Hubbard formou o pensamento da Cientologia sobre Jesus Cristo tomando emprestado o mesmo ensino do Budismo, do Hinduísmo, do Taoismo e do Judaísmo: "teoria moral", que defende a idéia de que Jesus é apenas um exemplo de fé, de moral e de conduta. "Nem o senhor Buda e nem Jesus Cristo eram 'espíritos operativos' (do nível mais elevado), de acordo com as evidências. Eram apenas uma sombra limpa acima".7 Não compactuamos com esses ensinos da Cientologia, pois a Bíblia proclama que Jesus é o Filho de Deus, sendo vero e eterno Deus, de uma só substância com o Pai e igual a Ele. O único mediador entre Deus e os homens. Em todo o registro da vida do Senhor Jesus Cristo em suas palavras e ações, encontramos sua singularidade. No livro de Atos, Ele é chamado, muitas vezes, de o "Santo", o "justo" ( Is 9.6; Jo 1.1, 18; 8.58; 20.28; 1Jo 5.20; Fp 2.6; 2Pe 1.1; Hb 1.8-12; Tt 2.13; Rm 1.3,4; 1Tm 2.5; 1Pe 2.22; 1Jo 3.5; Hb 7.26; At 2.27; 3.14; 4.30; 7.52; 13.35). 

Hubbard fez várias declarações infundadas sobre Jesus. E uma delas foi que "Jesus era membro da seita dos essênios, que cria na reencarnação".8 Os essênios9 tinham um sistema de vida profundamente ascético, alimentavam-se frugalmente e possuíam um "Manual de Disciplina" que estabelecia regras para a vida da comunidade quanto ao que se podia comer ou não. Não aceitavam o sacrifício de animais. Impunham o celibato para seus membros, entre outras crenças. Basta uma leitura imparcial das Sagradas Escrituras para vermos que Jesus não era um "essênio". Jesus não se apartava do povo, não tinha restrições quanto à comida, chegando ao ponto de ser acusado pelos judeus: "Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores!". 
Os "essênios" primavam pela pureza exterior. Ao serem os discípulos acusados de comer sem lavar as mãos, Jesus os defendeu, dizendo: "Convocando ele, de novo, a multidão, disse-lhes: Ouvi-me todos, e entendei. Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa contaminar; mas o que sai do homem é o que o contamina" (Mc 7.14,15). 

Os essênios não criam na ressurreição do corpo. Não podiam harmonizar a idéia de um espírito puro reunido a um corpo de substância material, já que esta era má. Ao contrário, Jesus ensinou claramente que lhe era necessário sofrer muitas coisas e, por fim, ressuscitar: "Ao descerem do monte, ordenou-lhes Jesus que não divulgassem as coisas que tinham visto, até o dia em que o Filho do Homem ressuscitasse dentre os mortos" (Mc 9.9). 

Jesus se opôs à reencarnação (Jo 9.1-3) e ensinou a impossibilidade de qualquer pessoa se salvar por ela (Mt 25.34, 41, 46). Em lugar de ensinar a preexistência de todas as almas, como é próprio da Cientologia, Jesus afirmou que era o único que preexistiu de fato, e não estava em um estado reencarnado: "Vós sois cá debaixo, eu sou lá de cima; vós sois deste mundo, eu deste mundo não sou" (Jo 8.23). 
O homem não veio de uma "estação de implante" de outro planeta. O homem é deste mundo, unica--mente da terra. O gênero humano começou na terra, com a criação de Adão.10 



Desprezo pelo corpo 

Ao expressar o conceito que tem sobre o corpo, a Cientologia revela a origem de suas crenças. Ela diz que nós não pertencemos a esse corpo físico, pois é mau. Esse ensino, no entanto, é idêntico ao pensamento gnótisco11 . Os gnósticos pregavam um dualismo entre a matéria e o espírito, advogando que a matéria criada era má. A encarnação, a ressurreição e a ascensão de Cristo são essenciais ao entendimento e à fé cristã, pois mostram que não há lugar para essa torpe dicotomia entre o espiritual e o material. O cristão aceita o fato de que corpo, além de criação de Deus, é habitação do Espírito Santo (1Co 6.19). Somos instados a glorificar a Deus com o nosso corpo (1Co 6.20).

Tiago 2.26, diz: "...o corpo sem espírito é morto...". A formação do homem, desde a criação de Adão, demanda um corpo, bem como um espírito, para que ele fosse uma "alma vivente" (Gn 2.7). Um dos propósitos da futura ressurreição do corpo do cristão é reunir o corpo e o espírito, formando um ser completo. 



O caminho da salvação 

Como vimos, a Cientologia crê que o homem é "basicamente bom", "sem pecado". Portanto, segundo afirmam, "é desprezível e completamente abaixo de todo desprezo falar para um homem que ele tem de se arrepender, que ele é mau".12 Na visão da Cientologia, o homem tem apenas cicatrizes (Engramas), e é justamente isso que o impede de descobrir e exercitar "seu poder inerente". 

À medida que a pessoa se submete às sessões de "audição"13 , em tese ela estará purificando sua mente dos ferimentos e das chagas que tenha contraído em suas existências anteriores à atual, a fim de chegar a uma conscientização de sua divindade.

Contrastando essa doutrina absurda, Jesus Cristo ensinou que o homem tem um grave problema: o do pecado, e está incapacitado de resolvê-lo por si mesmo. Jesus disse que o homem é mau por natureza (Mt 12.34; 7:11). Falou, ainda, que do interior do homem procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos teste-munhos e blasfêmias (Mt 15.18,19). Seu primeiro sermão foi uma exortação ao arrependimento (Mt 4.17). A pregação de João Batista (Mt 3.2), dos Doze (Mc 6.12), de Pedro no Pentecoste (At 2.38) e de Paulo aos gentios (At 17.30; 26.20) continha mensagens com forte apelo ao arrependimento para que houvesse remissão de pecados. A mensagem do arrependimento deveria ser levada por todo o mundo (Lc 24.47). Nossos irmãos, num passado não tão distante, compuseram uma magistral definição de arrependimento que os cientólogos deveriam atentar. 

Vejamos:

"Por ele um pecador, movido pelo que vê e sente, não só diante do perigo, mas também diante da imundícia e odiosidade de seus pecados, como sendo contrários à santa natureza e à justa lei de Deus, e na apreensão de sua misericórdia em Cristo destinada aos que são penitentes, de tal maneira se entristece e odeia seus pecados, que, deixando-os, se volta para Deus, propondo-se e diligen-ciando-se por andar com Ele em todas as veredas de seus mandamentos" (Confissão de Fé Westminster - Cap. XV, seção II).14 



"Vasos rotos"

Os cientólogos precisam ouvir a mensagem do evangelho da graça do Senhor Jesus Cristo. Precisam ser despertados do fascínio do "budismo tecnológico" e romper com esses "vasos rotos" (Jr 2.13), inúteis e vazios, sem água, devendo trocá-los pela fonte da vida, da qual fluem rios de água viva (Jo 4.14).

Soli Deo Gloria 



Notas: 

1 Walter Martin. O Império das Seitas, Vol.III. Venda Nova. Editora Betânia, 1992.

2 George A. Mather & Larry A. Nichols. Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo. São Paulo: Editora Vida, 2000.

3 Já vendeu mais de 18 milhões de cópias pelo mundo e foi traduzido em 52 idiomas.

4 O Dr. Frank K. Flinn, em uma excelente pesquisa, qualificou a Cientologia de "Budismo Tecnológico" (Alternatives to American Mainline Churches, New York, Rose of Sharon Press, 1993, pp. 89-110. 

5 Une Armée en Marche, 1882-1982. Cent ans de Service salutiste en Suisse, Berne, 19 de outubro de 1883.

6 L. Ron Hubbard, Scientology 8-8008, Los Angeles, Publications Organization, 1953, 1967, p. 73.

7 L. Ron Hubbard, Certainty Magazine 5, no. 10 (s.d.), 73.

8 Decraração de L. Ron. Hubbard, conforme citado por Kurt Van Gorden, em Challenging Scientology with Gospel of Jesus Christ.

9 Eram uma comunidade religiosa judaica que floresceu do século I a.C. ao século II d. C. 

10 O termo Adão (Adamah - hebraico = Terra) aparece 560 vezes no A. T., para indicar homem ou humanidade; mas no começo do livro de Gênesis indica o primeiro homem, e é um nome próprio. 

11 Termo derivado do grego Gnosis, conhecimento, usado no passado para designar uma seita herética denunciada nos primeiros séculos da Igreja Cristã. Boa parte do N.T. condena seus ensinos. 

12 Declaração de L. Ron Hubbard, conforme citado por Kurt Van Gorden, em Challenging Sccientology eith Gospel of Jesus Christ.

13 A princípio, são de preços toleráveis, mas vão-se tornando cada vez mais caros, a ponto de causar total dependência e endividamento em relação à Cientologia. 

14 Zc 12:10; At. 11:18; Lc 24:47; Mc 1:15; At. 20:21; Ez 18:30,31; 36:31; Is 30:22; Sl 51:4; Jr 31:18,19; 
Jl 2:12, 13; Am 5:15; Sl 119:128; 2 Co 7:11; Sl 119:6,59,106; Lc 1:6; 2 Rs 23:25.

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Por Wiglot "Tindale"


Este artigo foi enviado por email. Depois avaliado pelo CACP e aprovado para publicação. Lembrando que cada autor é responsável pelo seu artigo. Os artigos não expressam necessariamente a opinião do CACP.

Fonte: 
http://www.cacp.org.br/pseudocrista/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=396&cont=1&menu=11&submenu=1

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Moisés e o Espiritismo




A condenação do Espiritismo pela Bíblia, que é a mais citada e repetida, figura no Cap. 19 do Deuteronômio. É a condenação de Moisés, que vai do versículo 9 ao 14.

A tradução, como sempre, varia de um tradutor para outro, e às vezes nas diversas edições da mesma tradução.

Moisés proíbe os judeus, quando se estabeleceram em Canaã, de praticar estas abominações: fazer os filhos passarem pelo fogo; entregar-se à adivinhação, prognosticar, agourar ou fazer feitiçaria; fazer encantamento, necromancia, magia, ou consultar os mortos. E Moisés acrescenta, no versículo 14: “Porque essas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores, porém a ti o Senhor teu Deus não permitiu tal coisa”. Assim está na tradução de Almeida, mas variando de forma, por exemplo, na edição das Sociedades Bíblicas Unidas e na edição mais recente da Sociedade Bíblica do Brasil.

Na primeira dessas edições (ambas da mesma tradução de João Ferreira de Almeida) lê-se, por exemplo: “quem pergunte a um espírito adivinhante”, e na segunda: “quem consulte os mortos”. Na tradução de António Pereira de Figueiredo, lê-se: “nem quem indague dos mortos a verdade”.

Qual delas estará mais de acordo com o texto? Seja qual for, pouco importa, pois a verdade dita pelos mortos ou pelos vivos (estes, mortos na carne) é que tudo isso que Moisés condena, também o Espiritismocondena.

Não esqueçamos, porém, de que a condenação de Moisés era circunstancial, pois os povos de Canaã, que os judeus iam conquistar a fio de espada, eram os que praticavam essas coisas.

Mas a condenação do Espiritismo é permanente e geral, pois o Espiritismo, sendo essencialmente cristão, não se interessa por conquistas guerreiras e não faz divisão entre os povos.

Kardec adverte em O Evangelho Segundo o Espiritismo, livro de estudo das partes morais do Evangelho: “Não soliciteis milagres nem prodígios ao Espiritismo, porque ele declara formalmente que não os produz”. (Cap. XXI: 7).

Em O Livro dos MédiunsKardec adverte: “Julgar o Espiritismo pelo que ele não admite, é dar prova de ignorância e desvalorizar a própria opinião”. (Cap. 11:14).

Em A Gênese e em O Livro dos Espíritos, como nos já citados, Kardecesclarece que a finalidade da prática espírita é moralizar os homens e os povos.

Quem conhece o Espiritismo sabe que todo interesse pessoal, particular, é rigorosamente condenado.

Adivinhações, agouros, feitiçaria, encantamentos, consultar interesseiras, são práticas de magia antiga, que Moisés condenou, como o Espiritismo condena hoje.

Mas o próprio Moisés aprovou a mediunidade moralizadora, a prática espiritual da relação com o mundo invisível, como veremos.

Moisés, o grande legislador judeu, médium de excepcionais faculdades, não condenou, mas praticou a mediunidade e desejava vê-la praticada pelo seu povo. Ele recebia espíritos, conversava com espíritos, evocava espíritos, e além disso fazia-se acompanhar no deserto por uma equipe de médiuns, provocando até mesmo fenômenos de materialização. Mas vamos agora a um episódio que pastores e padres não citam, mas que está na Bíblia, em todas as traduções.

O professor Romeu do Amaral Camargo, que foi diácono da l Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo, comenta esse episódio em seu livro espírita De cá e de Lá. É o constante do livro de Números, Cap. 11, versículos 26 a 29. Foi logo após a reunião dos setenta médiuns na tenda, para a manifestação de Jeová.

Dois médiuns haviam ficado no campo: Eldad e Medad. E lá mesmo foram tomados e profetizavam, ou seja, davam comunicações de espíritos. Um jovem correu e denunciou o fato a Josué. Este pediu a Moisés que proibisse as comunicações.

A resposta de Moisés é um golpe de morte em todas as pretensas condenações do Espiritismo pela Bíblia. Eis o que diz o grande condutor do povo hebreu: “Que zelos são esses, que mostras por mim? Quem dera que todo o povo profetizasse, e que o Senhor lhe desse o seu espírito”!

Comenta o professor Camargo: “Médium de extraordinárias faculdades, Moisés sabia que Eldad e Medad não eram mercenários nem mistificadores, não procuravam comunicar-se com o mundo invisível, mas eram procurados pelos espíritos”.

Como acabamos de ver, Moisés aprovava a mediunidade pura que oEspiritismo aprova e defende. Mas o pior cego é o que não quer ver, principalmente quando fechar os olhos é conveniente e proveitoso.

José Herculano Pires
No livro “Visão Espírita da Bíblia”


* * *
As religiões são caminhos diferentes convergindo para o mesmo ponto. Que importância faz se seguimos por caminhos diferentes, desde que alcancemos o mesmo objetivo?” Mahatma Gandhi

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Erro 8000401a Windows Live 2009 solucionado

Erro 8000401a Windows Live Messenger 2009 solucionado




Bom galera .

Mas um erro da microsoft e pra quem é técnico tem que si virar nos 30 rs.....

Bom depois de alguns dias quebrando minha cabecinha aqui achei essa dica e resolvi colocar aqui.



Quem tiver esse problema e tentar de tudo e não funcionar, tente isso:





1. Clique no botão "Inciar" do Windows.



2. Clique no "Executar".



3. Escreva "regedit". Irá abrir o arquivo de Registros do Windows. (Caso não saibam, nunca mexam nisso ou deletem algum arquivo que não sabem para que serve! Pode fazer você perder todos os arquivos do computador e até "pifar de vez"!)



4. Na parte esquerda clique duas vezes na pasta "HKEY_CLASSES_ROOT".



5. Dentro da pasta clique duas vezes na outra pasta "AppID".



6. Dentro da pasta "AppID", aperte com o direito delete a pasta

"{380689D0-AFAA-47E6-B80E-A33436FE314B}". Mas atenção ! Como dito acima, cuidado para não deletar a pasta errada!



7. Agora é só abrir o "Windows Live Messenger 2009 " e se divertir !





Valew !? Abraços ! E espero ter ajudado os preocupados !
 
Fonte: http://fmaciel3.blogspot.com/2009/04/erro-8000401a-windows-live-messenger.html

terça-feira, 27 de julho de 2010

Significado do nome Sophia.

Sophia tem 6 carácteres.

Origem do nome Sophia = Latim.

Significado Sophia : a sábia.



Perfil das pessoas com a primeira letra do nome = S.

Sabe o que quer da vida, e também como chegar lá.

Tem grande habilidade para envolver as pessoas que podem ajudá-lo a tocar e realizar seus projetos, não se importa em ter que usar um teatrinho quando necessário.

Possui uma sensualidade que não passa despercebida por ninguém, e aprendeu a se valer desta arma. Principalmente entre quatro paredes.

Mas tome cuidado pois é um grande perigo se tornar dominador demais.

Numerologia – primeiro nome = Sophia – 5

A vibração do número 5 Indica a seguinte personalidade:

A LIBERDADE, a mudança e a aventura.

A atividade e a curiosidade constantes produzem uma entidade inventiva, adaptável e versátil, sempre disposta a aproveitar as oportunidades.

Dado que o 5 ocupa o posto intermédio no ciclo do 1 ao 9, faz possível tomar decisões.

Podemos considerá-lo como o pivô em que os íons, já previstos de carne e de forma, têm de decidir seu futuro durante o resto do ciclo, do 6 ao 9.

Neste momento se lhes oferecem muitas oportunidades e variedades de experiência, através das quais recebem a informação que precisam para tomar essa decisão.

O 5 intervém num grande número de interações superficiais com grupos e multidões.

Graças a suas diversas experiências passadas, é o promotor e publicitário por natureza, de fácil comunicação, em posse de um pouco de informação sobre muitas coisas e sempre desejoso de andar de lá para cá com objetivo de comunicá-la.

O 5 atrai o sexo oposto por seu irresistível magnetismo, e sua atração senta as bases para as responsabilidades domésticas que seguem naturalmente sob o 6.

Palavras chave:versatilidade, talento, adaptação, mudança, atividade, viagem, aventura, promoção, especulação.



IMPORTANTE:

O estudo de personalidade que aqui te mostramos, é um extrato muito resumido e generalizado das tendências gerais do caráter e personalidade de cada nome.

Para a numerologia o nome correto pode influenciar diretamente o destino, as aptidões profissionais, o relacionamento com amigos, a vida financeira e são determinantes nos traços da personalidade de cada um de nós.

O primeiro nome, apenas, não é determinante do perfil de cada um.

Obviamente esta análise não tem a pretensão de substituir nenhum estudo personalizado sobre o assunto.

Significado do nome Paola.

Paola tem 5 carácteres.

Origem do nome Paola = Italiano.

Significado Paola : variante feminina e italiana de Paulo.



Perfil das pessoas com a primeira letra do nome = P.

Em busca da paz a qualquer custo, mesmo que para isso tenha que brigar.

Não é capaz sequer de se imaginar vivendo ao lado de pessoas que se relacionam na base de tapas e berros, mesmo que sejam elas sua mãe, seu pai ou o grande amor da sua vida.

Além de paz, seu coração vive em busca de muito amor.

É o tipo de pessoa que está sempre namorando, dificilmente está só.

E que ninguém tente prender ou proibi-lo de alguma coisa, com certeza ocorrerá um rompimento das relações

Tomar muito cuidado para não julgar ou criticar demais os outros.

Numerologia – primeiro nome = Paola – 9

A vibração do número 9 Indica a seguinte personalidade:

É ABNEGAÇÃO E COMPAIXÃO.

Já que seu amor o conduz ou, deseja aplicar sua energia a serviço do universo.

O 9 confere uma visão da verdade impessoal, mais justa, generosa, benévola e paciente.

Artista e pensador, desenvolveu suas qualidades nos ciclos precedentes e agora está disposto (ou disposta) a compartilhar seu conhecimento com o resto do mundo.

Os íons chegaram ao último estagio.

Passaram pelo ciclo completo das nove vibrações, armazenando experiência ao longo do caminho.

E ao fechar-se o ciclo, atingem um total entendimento e respeito aos pontos de vista e os preconceitos dos demais.

O 9 se acha preparado para devolver em certa medida ao universo o que aprendeu durante os oito degraus prévios do ciclo.

A lei da ciclicidade não permite perdas e exige rendimento a mudança de consumo.

Quando se aceita assim, a perfeição atingida sob o 9 aporta só alegria como um presente da vida além da liberdade para entrar no próximo ciclo sem impedimentos.

Palavras chave:amor, compaixão, paciência, universalidade, tolerância, serviço abnegado, desenlace.



IMPORTANTE:

O estudo de personalidade que aqui te mostramos, é um extrato muito resumido e generalizado das tendências gerais do caráter e personalidade de cada nome.

Para a numerologia o nome correto pode influenciar diretamente o destino, as aptidões profissionais, o relacionamento com amigos, a vida financeira e são determinantes nos traços da personalidade de cada um de nós.

O primeiro nome, apenas, não é determinante do perfil de cada um.

Obviamente esta análise não tem a pretensão de substituir nenhum estudo personalizado sobre o assunto.

Fonte: http://www.osignificadodonome.com/significado-do-nome-paola-9666.html

sábado, 17 de julho de 2010

Sorte, Superstições, etc.

Figas, fitinhas, pulseiras, arruda, sal grosso, óleo, flores, copo de água, duendes, pedras, cristais, pirâmides e mais uma lista interminável de objetos, fazem parte do dia a dia de milhões de pessoas que os possuem na crença de que têm poderes para curar, afastar "mau-olhado", trazer sorte, afastar "maus-espíritos" e mais uma inumerável lista de atribuições.


Mas o uso de objetos "abençoados" não é privilégio dos que se intitulam de místicos. Também nas igrejas de denominações diversas podemos contemplar o uso de objetos ligados ao exercício da fé, aos quais são atribuídos poderes espirituais, como no caso das medalhas, crucifixos, terços e imagens de santos, dentre outros que são adjetivados de sagrados, sendo considerados ainda mais sagrados aqueles que forem "abençoados" ou "ungidos".


Antes de prosseguir, desejamos alertar que não somos contra as pessoas que possuam, façam uso ou simplesmente creiam nos poderes destes objetos, muito pelo contrário, pois, se estamos escrevendo este texto, é justamente para permitir que saibam o que a Bíblia diz a respeito e assim, firmem seu entendimento sobre o assunto. Também advertimos que, sendo todo este texto fundamentado na Bíblia, só se torna interessante a leitura dele para aqueles que acreditam que ela é a Palavra de Deus.


Podemos começar a discorrer sobre o assunto apresentando o texto contido em Lv 26.1 que diz:


"NÃO fareis para vós ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura, nem estátua, nem poreis pedra figurada na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou o SENHOR vosso Deus."


Pense bem, Deus falou isso obviamente para dizer que Ele e somente Ele, deveria ser adorado. Só Ele é Deus e não existem outros deuses. O SENHOR nunca mandou que se fizesse uma estátua ou escultura Dele mesmo. Em toda Bíblia, podemos concluir que só há uma forma de adorar a Deus que é em espírito. Será então que Deus se agradará daquele que estiver à frente de uma estátua de um santo, um anjo, de um "orixá" ou de qualquer outro objeto, para suplicar por bênçãos ou agradecer pela "graça alcançada", quando sabemos que tudo o que temos vêm de Deus. Se temos que dar graças por algo, demos graças a Deus, e só a Ele.


Se restou dúvida, vejamos algumas passagens bíblicas que dizem sobre isso:


Lv 19.4 "Não vos virareis para os ídolos nem vos fareis deuses de fundição. Eu sou o SENHOR vosso Deus."
1Rs 14.15 "Também o SENHOR ferirá a Israel como se agita a cana nas águas; e arrancará a Israel desta boa terra que tinha dado a seus pais, e o espalhará para além do rio; porquanto fizeram os seus ídolos, provocando o SENHOR à ira."
1RS 16:33 "Também Acabe fez um ídolo; de modo que Acabe fez muito mais para irritar ao SENHOR Deus de Israel, do que todos os reis de Israel que foram antes dele."
2RS 17:16 "E deixaram todos os mandamentos do SENHOR seu Deus, e fizeram imagens de fundição, dois bezerros; e fizeram um ídolo do bosque, e adoraram perante todo o exército do céu, e serviram a Baal."
1CR 16:25 "Porque grande é o SENHOR, e mui digno de louvor, e mais temível é do que todos os deuses."
1CR 16:26 "Porque todos os deuses dos povos são ídolos; porém o SENHOR fez os céus."


Vejamos ainda uma passagem onde um anjo se recusa a receber uma oferta e alerta que só se deve oferecer à Deus.


JZ 13:15 "Então Manoá disse ao anjo do SENHOR: Ora deixa que te detenhamos, e te preparemos um cabrito."
JZ 13:16 "Porém o anjo do SENHOR disse a Manoá: Ainda que me detenhas, não comerei de teu pão; e se fizeres holocausto o oferecerás ao SENHOR."


Na tentativa de agradar o anjo, Manoá lhe fez uma oferta, mas o anjo orientou-a mostrando que o Senhor é quem deve ser agradado.


Agora que já sabemos que somente Deus deve ser adorado e só a Ele devemos dirigir as nossas orações de súplica ou de agradecimento, tentaremos entender porque as igrejas permitem, e até incentivam o uso de alguns objetos e imagens.


Para isso vamos retroceder no tempo para ver o que acontecia antes e, o que aconteceu para que chegássemos ao ponto em que chegamos.


A igreja primitiva, aquela que surgiu algum tempo depois da morte de Jesus, cuidava tão somente de proclamar que Jesus era o filho do Deus Vivo, o Salvador, o Messias de quem falavam os profetas do antigo testamento e faziam isso com tal convicção que nem diante da pena morte que se lhes impunha, deixavam de entronizar Jesus como o Rei de suas vidas.


Aqueles cristãos entenderam, pela fé, que só através de Jesus poderiam chegar ao Pai. Muitos deles foram mortos pelas diversas perseguições feitas pelos imperadores romanos aos cristãos, pois estes determinavam àqueles que estivessem sob sua autoridade que adorassem ou prestassem culto somente a eles ou aos deuses que eles permitissem (alguns se julgavam deuses). Talvez fosse muito humilhante para aqueles imperadores que os cristãos colocassem a autoridade de Jesus (um homem morto, para eles) acima da autoridade deles.


Toda a carnificina não foi suficiente para evitar que a Palavra de Deus fosse divulgada por todo o mundo e que a fé cristã tomasse conta de corações por toda parte.


Diante do grande número de seguidores do cristianismo espalhados pelo mundo, já não era interessante para o imperador de Roma se opor a eles. Foi então que Constantino, o grande, no 4º século da era cristã, em 306 D.C., tornou-se imperador de Roma e adotou a religião cristã. Unindo o poder político ao religioso, tornou-se o homem principal da igreja. Tomou para si o poder de presidir os concílios da igreja, tomar parte nos debates, constituir e dissolver assembléias e resolver as questões mais importantes da igreja.


A degradação pela qual a igreja passou depois disso foi enorme. O culto cristão foi perdendo sua simplicidade, sofrendo sempre inovações para dar lugar à pompa e majestade de rituais cada vez mais sofisticados, deslumbrantes, onde a beleza e a teatralidade passaram a ocupar o espaço que outrora era dedicado à adoração do Senhor.


Na idade média, movidos pela superstição, os homens foram levados à crença de que milagres extraordinários poderiam ser operados pelos ossos dos santos, pelos crucifixos e pelas velas consagradas que adornavam os altares. Dessa forma a idolatria (adoração a ídolos, imagens e etc.) tão abominada por Deus em toda a Bíblia, ia se infiltrando por toda a cristandade. Não demorou para que o povo começasse a colocar velas acesas em frente de imagens em igrejas, beijando e adorando de joelhos acreditando na superstição de que faziam milagres.


Sereno, Bispo de Marselha, bem que tentou proibir estas práticas, por serem contrárias ao ensinamento da Bíblia, destruindo imagens e proibindo o uso destas, mas o pontífice Gregório I, mais preocupado com o desagrado que isso causava aos "fiéis" do que com o desagrado que causava a Deus, escreveu a Sereno dizendo que aprovaria se ele apenas proibisse que fossem adoradas mas que "uma coisa é adorar objeto e outra aprender por ele a apreciar o próprio objeto de adoração". Assim se permitiu que essa prática progredisse até os nossos dias.


O que era um culto de adoração ao Senhor foi se transformando em um mero instrumento do poder religioso para dominar os religiosos incutindo-lhes o medo de se tornarem pecadores e atraírem para si a ira de Deus. A "santa" inquisição, a venda de indulgências (venda do perdão dos pecados), e outras barbaridades foram sendo acrescentadas ao rol de sandices que assolava a igreja.


O resultado final de tudo isso é uma grande quantidade de superstição, pouco conhecimento da Bíblia (que leva o homem a acreditar em tudo o que lhe é dito), e uma crença mal fundamentada, que cuida muito da liturgia, política, economia e esquece que nenhuma destas funções destina-se à igreja que deveria estar ensinando aos homens a forma correta de buscar a face de Deus, através de Jesus (o único Caminho) e não apenas dizendo a eles o quando podem e quando não podem fazer alguma coisa, sem sequer fazer com que o homem entenda o que ela realmente simboliza.


Chegando aos nossos dias deparamo-nos, ainda, com o sincretismo religioso onde duas ou mais religiões encontram um ponto de intercessão, como no caso das religiões afro-brasileiras, e também com a idéia do "ecumenismo" que, em síntese, é uma idéia de reunir todas as religiões, sob a alegação de que seguimos a um só Deus. Com isso, cada vez mais abrem-se as portas da tolerância para as atitudes que desagradam a Deus pelo simples fato de que não devemos desagradar os homens.


Mais uma vez quero lembrar que não somos contrários a quem segue tais práticas religiosas, que nós mesmos seguimos, um dia. Estamos apenas demonstrando o que ficou óbvio: O homem, mais uma vez, se corrompeu, se deixou enganar, da mesma forma que Adão, na Bíblia.


Mas se os apóstolos realizavam milagres, porquê não poderíamos prestar-lhes homenagens, dando seus nomes a igrejas e realizando festas em suas memórias? A resposta é simples: só o Senhor é que deve estar em evidência. Vamos deixar que o próprio apóstolo Pedro fale sobre isto:


AT 3:1 "E Pedro e João subiam juntos ao templo à hora da oração, a nona."
AT 3:2 "E era trazido um homem que desde o ventre de sua mãe era coxo, o qual todos os dias punham à porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam."
AT 3:3 "O qual, vendo a Pedro e a João que iam entrando no templo, pediu que lhe dessem uma esmola."
AT 3:4 "E Pedro, com João, fitando os olhos nele, disse: Olha para nós."
AT 3:5 "E olhou para eles, esperando receber deles alguma coisa."
AT 3:6 "E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda."
AT 3:7 "E, tomando-o pela mão direita, o levantou, e logo os seus pés e artelhos se firmaram."


O milagre se realizou, como se viu, não por poderes de Pedro ou de João. Aconteceu pela fé. Foi em nome de Jesus Cristo e pelo Seu poder que a cura ocorreu.


AT 3:11 "E, apegando-se o coxo, que fora curado, a Pedro e João, todo o povo correu atônito para junto deles, ao alpendre chamado de Salomão."
AT 3:12 "E quando Pedro viu isto, disse ao povo: Homens israelitas, por que vos maravilhais disto? Ou, por que olhais tanto para nós, como se por nossa própria virtude ou santidade fizéssemos andar este homem?"
AT 3:16 "E pela fé no seu nome fez o seu nome fortalecer a este que vedes e conheceis; sim, a fé que vem por ele, deu a este, na presença de todos vós, esta perfeita saúde."


Não creio que seja necessário acrescentar mais nada, entretanto, vejamos mais esta passagem.


AT 10:25 "E aconteceu que, entrando Pedro, saiu Cornélio a recebê-lo, e, prostrando-se a seus pés o adorou."
AT 10:26 "Mas Pedro o levantou, dizendo: Levanta-te, que eu também sou homem."


Assim, fica mais do que claro que Pedro e os demais apóstolos não queriam estar em evidência, não queriam ser adorados porque sabiam que não tinham mérito nos milagres, estes se concretizavam pela fé, em nome de Jesus. Eles eram apenas divulgadores de um novo período: o da salvação através de Jesus Cristo. Desejavam ensinar a todos quanto pudessem, como viver em santidade, colocando em prática os ensinamentos deixados pelo Senhor. Mas eram homens como nós. Provavelmente não tão inclinados ao pecado como a maioria de nós, mas também não estavam livres dele.


Paulo, por exemplo, vivia se queixando de um "espinho na carne" que o incomodava. Sabemos que o tal "espinho" estava longe de ser algo passível de remoção física. Talvez fossem apenas desejos ou maus pensamentos que o atormentassem. Talvez atitudes suas não condizentes com as de um servo do Senhor. Quem sabe? Só o Senhor!


Se os apóstolos já declararam, ainda em vida, que não desejavam ser adorados (porque isto não agradaria a Deus) e que quem realizava os milagre e, principalmente, salvava, sendo digno de toda a adoração, era o Senhor Jesus, qual é então a necessidade ou utilidade de se pedir alguma coisa a eles? Ou pior, a uma estátua deles? Se podemos (e devemos) pedir diretamente ao pai, através de Jesus, porque insistir numa tradição que obviamente não agrada a Deus?


Àqueles que estão se sentindo agredidos pelo conteúdo deste texto cabe dizer que um dia passamos pela mesma situação. Acreditávamos nas religiões, nas superstições, no ecumenismo, no misticismo e em quase tudo que o mundo apresentava e quando alguém nos disse que estávamos errados, que não era isso que Deus esperava de nós, foi um grande choque. Mas, a simples leitura da Bíblia foi suficiente para que tudo se confirmasse: estávamos realmente errados! Entretanto, depois da tempestade veio a bonança. Passamos a aprender o que é do agrado de Deus, e como falar com ele.


Muitos têm sido os argumentos utilizados para justificar o uso de objetos pelas religiões, mas sempre bastará uma consulta à Bíblia para derrubar qualquer um desses argumentos. Consulte você mesmo a Palavra de Deus e chegue às suas próprias conclusões. Faça isso com o coração aberto e escute Deus falar diretamente com você.


Fonte: elnet.com.br